domingo, 16 de dezembro de 2012
quinta-feira, 13 de dezembro de 2012
Literatura infanto-juvenil: O TIGRE E A PRINCESA!
Uma história linda e apaixonante!
O poeta da Função Social! |
Depois de lançar dois livros de crônicas, poesias e relatos, Musashi está
entrando, no que acredito ser, em uma melhor modalidade literária para mostrar
o seu talento criativo. Não quero dizer com isso que os livros de poemas não
sejam bons, comprei os dois e são excelentes. A poesia é um campo para poucos
leitores, devido à temática complexa e profunda, a ser apreciado por poucos,
como ele diria o poeta - “assim como um bom vinho, não são todos que sabem
apreciar um poema”, mas tudo que ele escreve é belo e mesmo as cosias mais
rudes ele consegue repassar em um contexto lírico e fascinante.
Pela sinopse, concisa e irretocável, já se percebe o que aguarda o leitor. Um
livro que despertará vários sentimentos... Romance, drama, lições valiosas, bom
humor e quem sabe uma experiência pessoal repassada através de simbolismos que
fazem parte do mundo deste escritor, meu poeta favorito, Henrique Musashi
Ribeiro. Esse livro vai pra minha coleção!
Por Lanny S. Moura.
Por Lanny S. Moura.
O TIGRE E A PRINCESA - Histórias que ensinam!
2ª Edição - 2013
Autor: Henrique Musashi
![]() |
Capa e contracapa |
À venda para todo Brasil

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Lanny
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quinta-feira, 29 de novembro de 2012
A orelha do livro!
Quando o escritor Carlos Henrique Musashi, depois de quase duas décadas escrevendo para pequenos jornais e páginas da web, resolveu compartilhar com o público o seu primeiro livro - "SEDUZA-ME - AS NUANCES DO AMOR", nossa literatura ganhou mais um talento formidável, um poeta por vocação que fala de sentimentos tão humanamente previsíveis de forma lírica que nos leva, com a leitura de seus versos, a observar as coisas simples da vida de uma ótica tão especial provocando encanto e outras reações diversas em seus leitores. Versos apurados que transitam entre a linguagem culta, a linguagem coloquial e às vezes a linguagem vulgar, tão comum no bate papo entre amigos.
Com seu talento Musashi consegue falar de coisas tão naturais e comuns, aqueles detalhes que muitas vezes nós, não poetas, gostaríamos de dizer, mas não conseguimos expressar, até porque escrever não é fácil e também não é simples expor tais sentimentos de forma tão bela, sem se preocupar com a forma ou a técnica aplicada. Prova disso é a grande dificuldade que geralmente temos muitas vezes em redigir uma simples redação de vinte poucas linhas ou simplesmente preencher as linhas do perfil, de um site social, quando nos convida para falar sobre nós mesmos e descobrimos o quanto somos desconhecidos de nós mesmos.
Com seu talento Musashi consegue falar de coisas tão naturais e comuns, aqueles detalhes que muitas vezes nós, não poetas, gostaríamos de dizer, mas não conseguimos expressar, até porque escrever não é fácil e também não é simples expor tais sentimentos de forma tão bela, sem se preocupar com a forma ou a técnica aplicada. Prova disso é a grande dificuldade que geralmente temos muitas vezes em redigir uma simples redação de vinte poucas linhas ou simplesmente preencher as linhas do perfil, de um site social, quando nos convida para falar sobre nós mesmos e descobrimos o quanto somos desconhecidos de nós mesmos.
E lendo a orelha, do seu primeiro livro, percebe-se a sutileza e docilidade da alma deste nosso artista contemporâneo quando ele afirma que ele escreve “como quem escreve para um amigo ou uma amada amante”, ou fica tenso na estreia do seu livro “como quem espera a resposta a uma mensagem pessoalmente importante”.
E a este poeta, o meu poeta preferido, digo que as resposta, a esta sua primeira obra, entre outas que virão, está chegando através de e-mail e pela satisfação de seus leitores, em especial nós mulheres que somos homenageadas na maioria de seus versos românticos e sensuais. E o detalhe mais especial, em seus verso e prosas audaciosas, é o fato de que não são simplesmente palavras jogadas no papel, elas realmente fazem parte da alma deste artista que tive a satisfação de conhecer “bem de perto” este homem apaixonante de tantas facetas interessantes e incomuns aos homens de hoje em dia, que acham que delicadeza não é “coisa de macho”. Musashi consegue mostrar sua delicadeza e sua natureza gentil ao tempo que se mostra um homem jovem cheio de experiências felizes ou forjadas na dor.
Foto enviada por uma fã especial
(Tatiana Diniz , Padre Bernardo - GO)
|
A orelha do livro SEDUZA-ME.
"Confesso aos leitores que, além de ser um honra compartilhar os meus versos, é também pouco assustador. Já havia escrito antes para internet e pequenos jornais, mas esteva entre outros tão melhores escritores que eu. Compartilhar, em um livro solo, sentimentos é uma forma de despir-se. Este fato fez minhas mãos suarem um pouco, como quem espera a resposta a uma mensagem pessoalmente importante. Depois de anos ouvindo aquela pergunta comumente feita a quem escreve, vinda de amigos e alguns parentes: - “Ah! Quando você vai lançar um livro?” Então um dia a gente para de protelar e tira da gaveta aqueles projetos com paginas já amareladas e começa a se organizar. E particularmente procuro escrever como quem escreve uma carta para um amigo ou uma amada amante, procurando ser leal e sincero em minhas afirmações retas ou rotas e isso meche com a nossa alma. Neste meu primeiro livro lançado escolhi poemas de amor e suas “consequências” nem sempre agradável para quem às viveu, mas acredito que será no mínimo uma experiência interessante para o leitor. Então peço licença para mostrar um pouco do “meu mundo” e agradeço o privilégio de compartilhar com você, que está agora segurando este livro, que talvez seja um poeta e esteja ciente disto, ou seja um poeta ou poetiza, mas que ainda não descobriu." - Henrique Musashi Ribeiro
O Lorde Poeta
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terça-feira, 27 de novembro de 2012
segunda-feira, 19 de novembro de 2012
ESBOÇO
"Esboço" - por, Henrique Musashi Ribeiro
______________
De onde vêm estes olhos e sorrisos
a desquietar boca e pensamentos
daquele que certo ponto da clausura
avistou ao longe tão meiga dama?
Quem é esta me leide
a mesclar rara combinação
beleza, princípios, feminilidade
a enfeitar com ar de manha a jovem maturidade?
Vem então musa historiadora lê minha vida
em braile em minhas costas
ao tempo que me abraças
e toca de leve meus lábios com os teus
como quem rela cuidadoso tão delicado papiro.
Escreve teu ensaio em meu peito
Faz de teus desejos teu melhor artigo,
mas sempre que acabar apaga tudo
pra poder tudo ser escrito a cada dia
de novo.
Olhos lindos como faróis angelicais,
acho difícil de se perder, Maria,
ou não ser encontrada.
Se até as pedras de tropeço se encontram.
Nelas haveremos de sentar e conversar
e quem sabe os olhares também se encontrem
e duas almas possam andar juntas
por este caminho tortuoso
e não mais solitárias.


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21:50
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domingo, 18 de novembro de 2012
Lançamento On-line de “Social Carrasco"
- "Não apenas quem escreve é o artista. Saber
apreciar um poema, uma crônica, romance ou qualquer texto também exige certa dose
de arte. Acredito que, em especial, todo poema deve ser lido além das meras
letras e frases, mas deve ser lido em suas entrelinhas, assim como alguém se
senta em uma cadeira em frente um jardim para apreciar um bom vinho e tentar sentir,
em cada gole, o aroma, o retro sabor e paladar alcoólico intenso, deitando cada
dose sobre a língua e, em suas pipilas gustativas, perceber cada detalhe do
sabor – Saborear também é arte, ou do contrário estaríamos apenas entornando (...)"
- Henrique Musashi Ribeiro
Mais um lançamento de um novo livro por Henrique Musashi Ribeiro - “Social Carrasco – Verso e prosa do escultor de pedras de tropeço". O contexto social desnudo em versos e prosas ousadas e irreverentes. Coisas que muitos de nós gostaríamos de dizer, mas nos faltam palavras ou apenas coragem de afirmar nosso pensamento, coerente, sem medo de parecer ridículo ou apenas inconveniente. Uma leitura social feita por um "ronin" e suas memórias versadas em forma de reflexão.
- Henrique Musashi Ribeiro
Mais um lançamento de um novo livro por Henrique Musashi Ribeiro - “Social Carrasco – Verso e prosa do escultor de pedras de tropeço". O contexto social desnudo em versos e prosas ousadas e irreverentes. Coisas que muitos de nós gostaríamos de dizer, mas nos faltam palavras ou apenas coragem de afirmar nosso pensamento, coerente, sem medo de parecer ridículo ou apenas inconveniente. Uma leitura social feita por um "ronin" e suas memórias versadas em forma de reflexão.
Sinopse:
Nesta
edição o escritor, Henrique Musashi Ribeiro, escolheu versos e prosas (poesias, crônicas, relatos...) que falam
sobre nossos percalços cotidianos. Da solidão da vida moderna, onde percebemos
as novas tecnologias que ao tempo que nos aproxima também nos tornam mais distantes
do convívio social, onde muitas vezes somos os “carrascos” em nossos
julgamentos tão contraditórios, pela dificuldade que temos em confiar no outro,
de nossas críticas com relação à política, a sociedade e a religião, onde
nossas frustrações se transformam em fabricas de vilões tão comuns e escondidos
em nossas mentes.
1.ª Edição: 2012
Número
de páginas: 131
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Lanny
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15:46
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quarta-feira, 14 de novembro de 2012
SAIA DE PALHA
SAIA DE PALHA
- Do Livro "Social Carrasco", por Henrique Musashi Ribeiro.
- Do Livro "Social Carrasco", por Henrique Musashi Ribeiro.
Certo
irmão índio, que dançava em uma cerimônia religiosa ao redor de uma grande
fogueira, juntamente com outros jovens guerreiros de sua aldeia, que, assim
como ele, trajados, cada um, com uma saia confeccionada com palhas secas e outros
molambos, que iam da cintura até os seus pés descalços e cinzentos.
Este
índio dançava freneticamente, sacudindo braços e pernas enquanto cantava em
coro uma melodia incompreensível. Em
dado momento de seus rodopios, movido pela curiosidade desviou sua atenção da
dança e se pôs, por um breve momento, a observar a índia, filha de seu melhor
amigo, que era uma bela jovem cheia de opulências desnudas.
Esta
linda jovem estava confabular entre risos e gritinhos com outras índias mais
jovens que não tinham tão belos corpos quanto o dela. E em seu coração o dançarino
tribal ficou curioso por saber o que ela tanto conversava com as amigas ao
tempo que “secava” a moça com seus olhares nada discretos, fantasiando um
momento intimo com aquela moça, de seios e glúteos arredondados ali, à mostra,
bem na sua frente. Chegou a imaginar que estariam falando sobre ele, de como
ele dançava bem de como era o homem mais forte e corajoso de toda tribo. Ele se
perdera em seus pensamentos, que foram longe Quando o índio deu por si, de sua
distração, a sua de palha estava pegando fogo, pois chegara muito perto da
fogueira. Então ele se queimou seriamente.
Na
vida como na dança devemos manter o foco no que estamos fazendo, em que direção
estamos indo. Existe hora pra tudo até pra sonhar acordado. Os sonhos servem de
inspiração, mas não se pode caminhar de olhos fechados imaginando o que outros
pensam ou falam sobre nós, mas isso não nos dá o direito de falar mal de ninguém.
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Lanny
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10:29
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sábado, 27 de outubro de 2012
Lançamento do Livro: "SEDUZA-ME! As nuances do Amor."
Henrique Musashi Ribeiro Aracati/Ce |
SEDUZA-ME!
As nuances do Amor
Autor: Henrique Musashi Ribeiro
Sinopse:
Nesta edição o poeta Henrique Musashi aborda a poesia como instrumento de sedução compartilhando, em versos, experiências reais de relacionamentos de forma lírica com todos os sabores e dessabores que implicam o ato de amar. Este livro, em suas entrelinhas, fala de outro lado do “universo masculino”, desconhecido pela maioria das mulheres e geralmente negado pelos homens que o possuem. A sensibilidade e a busca do desejo comum pela felicidade. Tudo isso em versos e poucas prosas. Uma leitura no mínimo interessante e curiosa.
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14:03
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segunda-feira, 15 de outubro de 2012
PROSA PÉRFIDA
PROSA PÉRFIDA
De: Henrique Musashi Ribeiro - Em, outubro de 2002
Ela tinha apele e os olhos negros
Olhos mais escuros que a pele
Que diziam, hipnóticos, a minha mente
- Possua-me!
Olhos lascivos que não acalmavam,
Mas eram provocantes e amotinados
Juntamente com os seus lábios, mãos e língua
Transformar o que é plácido
Em lábios que se mordem e olhos serrados
Até conseguir ser, prazerosamente,
a própria vitima de sua caça.
E seu sorriso cínico se plasmou em angústia
Urros e gemidos instigantes...
Assim a caça apenas parecia ser o carrasco
Enganando-me pelos ouvidos,
Pelos queixumes daquela que parecia ser sobrepujada
sobre ela
Como um leão faminto,
Que apenas bebia de seus lábios
Aquele efêmero momento que seria eterno por minutos,
Até a explosão dos caldos da alegria...
Depois de tudo
O leão passou a ser o cão manso e encoleirado
E os lábios da negra então acalmavam
Enquanto escondia no coração
Um punhal de dor e traição
Por mais que algo dissesse nas entrelinhas
- Fica calmo, confia!?
Quero apunhalar-te pelas costas
e com a mesma estocada acertar o teu coração.
E só assim pude entender
o que dissera um profeta judeu
sobre sua descoberta
de algo mais amargo que a morte.
* * *
* "Então descobri algo mais amarga do que a morte, a mulher que é uma armadilha, o seu coração é uma rede e os seus braços são cadeias. Quem agrada a Deus consegue dela escapar, mas o pecador se deixa prender por ela."
- Eclesiastes 7:26
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D I V A G A Ç Ã O - III
D I V A G A Ç Ã O - III
De: Henrique Musashi Ribeiro - Em, 23/06/2003
Quando a noite cai
pousa a sombra de meus dedos
sobre um bloco de papéis
e os meus olhos fogem
como se não pudessem encarar
nem a lembrança de teus olhos.
Então eu fecho os meus olhos
E me lembro do ultimo olhar que trocamos
De todos os momentos que podíamos
ter nos olhado, nos beijado...
mas não olhaste nem beijaste...
Por que? Não sei! Imagino...
Lembrei-me do silencio que pousou em minha boca
quando deveria ter dito algo bom,
mas lembrei-me que zombaste
de toda minha poesia e poema.
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terça-feira, 2 de outubro de 2012
Meu País
M E U P A Í S
De: Henrique Musashi Ribeiro - Em, 22 de Janeiro de 1998.
Meu país,
És a minha casa bagunçada
Casa de sogra complacente
pois em ti tudo se permite
como se não pensasse em limites de absurdos
Mas já li em teu manual de moradia
que tudo isso é normal,
pois foste fruto de um erro
ou uma rota enganosa
Que os teus arquitetos
deixaram a tua planta de lado
Então começaram pelo teto
Dizem que foste bom investimento,
mas os verdadeiros donos
não ganharam se quer
o preço de uma saca de cimento
Então me diga:
Foi compra ou foi arrombamento?
Como assim descobrimento?
Mas não já tinha gente dentro?
É! Pros teus brancos
foi uma compra bem legal
E os verdadeiros herdeiros
moram espremidos agora no fundo de teu quintal
Já ouvi dizer que foste uma casa organizada
por filhos e pais desalmados
Que o preço de teu progresso
foi o sangue opinioso impresso
na tua sala de estar
E ai de quem não gostasse de ti
ou ousasse a descordar
Dizem que estes eram logo convidados
a morar em outro lugar
Ó meu Brasil,
Minha casa
Hoje posso pensar,
Tenho estudo, mas não tenho onde trabalhar
E ai como é que eu fico?
Nós somos um pais rico?
O teu hino aprendi a cantar com tanto orgulho
e com tuas cores até já pintei a minha cara
de palhaço,
de palhaço,
Mas tudo que nos resta
é um passado de absurdos gloriosos
Que na escola a "tia" dizia
que eu deveria sempre isso ovacionar:
- Viva o tio Dom Pedro I!
- Viva o tio Pedro Alvares Cabral!
- Viva tanto "tio" e tanta "tia"
- Viva cada general
Nossas barrigas cantam
e vibram como um reco-reco
e votamos com cérebros de cuíca
Viva esta terra rica
Viva o nosso carnaval
Vamos jogar maizema na cara do povo
Enquanto o mesmo passa mal
Esta é a terra do samba,
do carnaval e futebol
Viva o povo morrendo
Viva a massa sofrendo
Olhando satisfeito feito bestas o arrebol.
Bom dia Brasil, 2 de Outubro de 2012
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domingo, 23 de setembro de 2012
TAL VISITA!
TAL VISITA!
De: Henrique Musashi Ribeiro - Em, abril de 2001.
Quando a noite cai
meus olhos se escondem
atrás das paredes de meu refúgio
Vem-me lembranças de um tempo bom
que talvez não volte mais...
O que fazer?
Essa é uma boa e constante pergunta!
Assombra-me tal resposta,
pelo simples fato que outrora sabia
ou pelo menos fingia
saber o que fazer!
- E agora?
Agora já é hora
da verdade linda,
porém escamosa,
adentrar vida a dentro...
- Vida adentro?
Ela irá entrar em minha casa?
Tenho que arrumar a casa
para tal visita indulgente!
- Não, não importa,
pois ela não repara
e por ela por mais que às vezes organize
faz a sua bagunça também!
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Lanny
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09:36
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Poesia
sábado, 22 de setembro de 2012
segunda-feira, 10 de setembro de 2012
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